#LIGAGAUCHA2020 - Liga Gaúcha lança inédito estudo de impacto do futsal no Rio Grande do Sul



 

 



Liga Gaúcha lança inédito estudo de impacto do futsal no Rio Grande do Sul

Liga Gaúcha lança inédito estudo de impacto do futsal no Rio Grande do Sul

O futsal é um esporte que mobiliza muito mais do que a capacidade de público dos nossos ginásios. É vivenciado, gerando renda ou somente alimentando a paixão, em todas as regiões do Rio Grande do Sul. Para que se tenha uma ideia, a Liga Gaúcha SICOOB de Futsal projeta movimentar em torno de R$ 30 milhões na economia gaúcha entre os setores hoteleiro, de transporte, alimentação e recursos humanos nesta temporada. São 113 cidades representadas entre mais de 150 clubes filiados à Liga. A perspectiva é de que, neste ano, 78 cidades recebam partidas das nossas competições, impactando em 58% da população gaúcha.

Os dados fazem parte de um inédito estudo de impacto do futsal no Rio Grande do Sul, desenvolvido pela Liga Gaúcha, e lançado nesta sexta (29). O levantamento é uma amostragem, feita a partir da consulta aos clubes de todas as regiões do Estado, servirá como ponto de partida para um estudo ainda mais abrangente, vislumbrando o futuro da modalidade no Estado após a pandemia do coronavírus, e que levará em conta também os fatores externos ao esporte, como o alcance de mídia e os valores movimentados, por exemplo, por torcedores a cada partida do futsal no Rio Grande do Sul.

"O estudo é a nossa forma de mostrar ao poder público e aos parceiros que já estão com o futsal e que possam agregar ao nosso esporte o tamanho concreto que a nossa modalidade tem na economia do Estado. É uma contribuição que será fundamental na discussão de qualquer plano para o retorno das atividades nas quadras", diz o presidente da Liga Gaúcha, Nelson Bavier.

E ele complementa:

"Estávamos preparados para um ano de crescimento pleno da Liga e nós, como o mundo inteiro, fomos surpreendidos pela pandemia. Nossas principais preocupações estão com a saúde dos atletas e profissionais do esporte e a saúde financeira dos clubes para superar este momento e estarem em condições adequadas quando for possível a retomada".

Chegando a 151 clubes - e 186 equipes entre as ligas 1,2 e 3, categorias de base e feminino - em 2020, a Liga Gaúcha teve um incremento de 70% no número de filiados de um ano para o outro. Entre atletas, comissões técnicas e outros profissionais ligados aos clubes, são mais de cinco mil pessoas diretamente envolvidas na cadeia produtiva do futsal. Sem contar o que movimenta fora da estrutura dos clubes.

"O futsal movimenta, literalmente, a economia de todas as regiões do Estado. Neste estudo, não demonstramos apenas a perda potencial representada pela paralisação do futsal em virtude da pandemia, mas também teremos um retrato fiel a mostrar para as iniciativas pública e privada que vale a pena apostar no futsal. Isso será fundamental na retomada", avalia o diretor de marketing da Liga, Alex Herrmann. 

Como o próprio estudo demonstra, o futsal é propulsor de atividades educativas, culturais e sócio-econômicas em cada praça onde há um clube envolvido. Em números, considerando uma temporada normal neste ano, sem os efeitos da pandemia, as redes hoteleira e de alimentação receberiam pelo menos R$ 1,3 milhão do futsal gaúcho. Outros R$ 3,5 milhões estão previstos em transporte, e R$ 1,3 milhão com a arbitragem. A movimentação somente com a  bilheteria, a cada rodada, é estimada em R$ 152,4 mil. Valor que, em caso de retomada com portões fechados, exigirá criatividade e mobilização para reequilibrar as estruturas locais.

É que a maior fatia do investimento no futsal - e daí a importância maior da modalidade - está na folha salarial. O levantamento mostra que as equipes da Liga Gaúcha planejavam pagar, no início deste ano, mais de R$ 22 milhões no custeio dos seus atletas e outros profissionais. Dinheiro que naturalmente movimenta as regiões mais variadas do Estado.

O estudo foi disponibilizado na íntegra a todos os clubes filiados à Liga, e foi pauta de um encontro entre o presidente Nelson Bavier e o secretário estadual de Esporte e Lazer, João Derly, nesta sexta, quando foram discutidas projeções para a retomada do futsal pós-pandemia.

 




Liga Gaúcha de Futsal

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